terça-feira, 24 de maio de 2016

CASAL COMPROU UMA TIGELA POR US$ 3,00 MAS FOI LEILOADA POR US$ 2,2 MILHÕES



Uma tigela chinesa que uma família de Nova York comprou por US$ 3 (R$ 10,80) em um bazar de garagem era na verdade um tesouro de 1.000 anos de idade e foi vendido em um leilão por US $ 2,2 milhões (R$ 7.920.000,00). A família acabou descobrindo o valor do objeto anos depois após uma consulta com um especialista.
 


A taça – de 12 cm de diâmetro, feita de cerâmica e com um belo padrão exterior – foi vendida na casa de leilões Sotheby em Nova York. Sotheby disse que a taça era da dinastia Song do Norte, que governou a China entre 960 e 1127 D.C., era conhecida por avanços culturais e artísticos.
 

A casa de leilões disse que apenas outra tigela de design similar e daquela época é conhecida em todo o mundo, e está na coleção do Museu Britânico há mais de 60 anos. A casa tinha estimado que a peça fosse vendida por US $ 200.000 a US $ 300.000, mas um negociador de peças de arte de Londres, chamado Giuseppe Eskenazi, quis pagar US$ 2,2 milhões pela peça.


Sotheby, naturalmente, não identificou os vendedores, mas disse que eles colocaram a tigela em leilão após consulta com especialistas. A família comprou a taça em 2007 e a manteve em um manto desde então. Não há quaisquer detalhes adicionais feitos em público sobre a venda.

A MULHER QUE PAGOU US$ 5,00 POR UMA PINTURA DE POLLOCK QUE VALIA US$ 50 MILHÕES



Teri Horton uma caminhoneira aposentada amava fazer compras em lojas de segunda mão, já tinha percorrido todo o país comprando nestas lojas. Em 1990 entrou em uma na Califórnia que mudaria a sua vida para sempre. Bem na parte do fundo da loja Teri encontrou uma pintura que ninguém queria, na verdade nem ela gostou muito, mas pensou que seria um bom presente para um amigo que estava deprimido. Inclusive ao pagar o quadro ainda pechinchou com a balconista:

- "Olha só pago 5 dólares por este quadro. É pegar ou largar..."

 
O plano era tomar uma cerveja com os amigos e depois atirar dardos no quadro. Se não fosse por uma amiga que nesse momento saia com um professor de arte, o quadro teria virado lixo ou tapete. No momento que o professor de arte exclamou:

- "...Uchh, parece que tem um Jackson Pollock em suas mãos".

Ao que ela respondeu:

- "Mas que c@ralho é este tal Jackson Pollock?"


 
Jackson Pollock foi um grande pintor americano considerado um maestro do expressionismo abstrato. A pintura foi avaliada em US$ 50 Milhões (R$ 180 Milhões).

domingo, 22 de maio de 2016

O HOMEM QUE PAGOU US$ 30 POR UM QUADRO QUE FOI AVALIADO EM US$ 1,2 MILHÕES




Um funcionário de uma empresa em Indiana gastou seus últimos 30 dólares (R$108,00) comprando algumas peças de decoração usadas e uma pintura antiga de arranjos florais e ao chegar a casa decidiu estrategicamente pendurar o quadro para cobrir um buraco na parede.


Alguns anos depois, ele estava
jogando Masterpiece, um jogo de tabuleiro em que os jogadores tentam se superar um ao outro dando lances em obras de arte em um leilão. Tal foi sua surpresa ao ver que um dos cartões apresentava um quadro de flores que se parecia muito com o que ele tinha em casa. Ao buscar informações descobriu que a pintura era similar em estilo ao trabalho de Martin Johnson Heade, um pintor norte-americano muito conhecido pelas paisagens e arranjos florais. 

Ele pediu então a uma galeria em Nova York especialista nas obras de Heade, para que dessem uma olhada em sua pintura. Eles verificaram que a obra de arte que cobria o buraco na parede, é de fato um quadro, até então desconhecido de Heade, uma vez nomeado Magnolias on Velvet Gold Cloth. Em 1999, o Museu de Belas Artes de Houston comprou o quadro por 1,2 milhões de dólares (R$ 4,32 Milhões).


sábado, 21 de maio de 2016

NÓS SOMOS O QUE FAZEMOS!


"Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe. Portanto, só existimos quando fazemos. Nos dias que não fazemos, apenas duramos."

Padre (Jesuíta) Antônio Vieira.


quinta-feira, 19 de maio de 2016

MUSEU DE AUSCHWITZ ENCONTRA JOIAS ESCONDIDAS HÁ 70 ANOS EM FUNDO FALSO DE CANECA



Anel de ouro e colar foram encontrados durante manutenção do objeto; análises estimam que tenham sido produzidos entre 1921 e 1931 na Polônia


Como era de costume na Segunda Guerra Mundial, muitos judeus criavam artimanhas para esconder objetos pessoais dos nazistas. Durante os trabalhos de manutenção dos utensílios de cozinha que ficam expostos em Auschwitz, foi encontrada uma caneca com um fundo falso que ocultava um anel e uma corrente de ouro. "As joias estavam muito bem escondidas, mas, com o passar do tempo, elas se desgastaram e o fundo falso se separou da caneca", disse a funcionária do museu que fez a descoberta, Hanna Kubik. 



Mais de 70 anos após a libertação dos prisioneiros do campo de concentração nazista, onde cerca de 1,5 milhões de pessoas foram mortas, ainda há casos de revelações acidentais deste tipo. Segundo o diretor do museu de Auschwitz, Piotr Cywinski, isso acontece porque os soldados de Hitler mentiam para os judeus.


 
"Acreditando em uma vida em outro lugar, as vítimas podiam levar uma pequena bagagem para os campos. Desta forma, os alemães acreditavam que, na mala, além de roupas e itens pessoais, os judeus levassem joias e objetos de valor", explicou.

A caneca é um dos 12 mil itens de cozinha confiscados dos prisioneiros que passaram pelo campo polonês e que hoje fazem parte da coleção do museu e um dos milhões de objetos deixados para trás que escondem diversos segredos. 

“Durante os trabalhos de manutenção dos objetos de cozinha expostos na exibição principal, vimos que uma das canecas tinha um fundo falso. Ele estava muito bem camuflado, mas, devido à passagem do tempo, os materiais passaram por uma degradação gradual, e o fundo falso se soltou da caneca”, disse Hanna Kubik, responsável pelo setor de "Memorial Collections", de objetos que remontam à época, à equipe de notícias do museu. Dentro da caneca foi encontrado um anel de ouro e um colar enrolado em um pedaço de tela. Uma série de análises indicou que os objetos devem ter sido produzidos na Polônia entre 1921 e 1931. Não foi possível determinar, contudo, o dono ou dona dos objetos, visto que estes não possuíam indícios que permitissem identificá-los.