domingo, 12 de junho de 2016

TESOURO DE JOIAS ANTIGAS ENCONTRADAS EM ISRAEL



Pesquisadores apresentaram nesta semana em Tel Aviv um conjunto de brincos e anéis de ouro além de diversas contas descoberto em Tek Megiddo, norte do país. O tesouro estava dentro de um jarro de barro encontrado pelos arqueólogos. Segundo os pesquisadores, os objetos datam de 1100 a.C.. O tesouro de quase 3.000 anos seria da Primeira Idade do Ferro. Entre os objetos, se destacam um grande brinco e um anel de selo.




Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv descobriram recentemente uma coleção de jóias de ouro e prata, datada de cerca de 1100 aC, escondido em um navio no sítio arqueológico de Tel Megido no Vale de Jezreel no norte de Israel. Uma peça - um brinco de ouro decorado moldados, ou cabras selvagens. A descoberta é "sem paralelo".



O brinco de ouro em forma de cesta foi encontrado bem escondido dentro de um vaso de barro, durante uma escavação em Tel Megiddo, em Israel. Segundo o Prof Israel Finkelstein, do Departamento TAU de Arqueologia e culturas orientais, o navio foi encontrado em 2010, mas permaneceu por limpar, enquanto se aguarda uma análise molecular do seu conteúdo. Quando eles finalmente foram capazes de lavar a sujeira, peças de jóias, incluindo um anel, brincos e pérolas, inundada do navio.


Os pesquisadores acreditam que a coleção, que foi descoberto nas ruínas de uma casa particular na zona norte de Megido, pertence a um período de tempo chamado "Iron I," e que pelo menos algumas das peças pode ter se originado nas proximidades do Egito. Alguns dos materiais e desenhos apresentados na jóia, incluindo contas feitas de pedra cornalina, são consistentes com desenhos egípcios da mesma época, observa Eran Arie, que supervisiona a área onde o tesouro foi encontrado. Quando os pesquisadores removeram o jarro de cerâmica a partir do local da escavação, eles não tinham idéia de que havia jóias escondidas dentro. As joias estavam bem preservadas e envoltas em tecidos, mas as circunstâncias que o rodeiam são misteriosas. De acordo com Prof Finkelstein, é provável que o jarro não fosse lugar das jóias de armazenamento normal. "É claro que as pessoas tentaram esconder a coleção, e por algum motivo eles não foram capazes de voltar para buscá-lo." Os proprietários poderiam ter morrido ou sido obrigados a fugir, diz ele. O prof Ussishkin acredita que a coleção de jóias pertenceu a uma mulher Cananéia, que morava na casa.


 A variedade de jóias é fora do comum, embora a coleção inclui um número de brincos de origem Cananéia comum, os pesquisadores encontraram uma abundância de itens de ouro no conjunto e um número de contas feitas de cornalina, que era freqüentemente usado na fabricação de jóias egípcias no mesmo período. 



Isso aponta para uma forte conexão egípcia, seja em influência ou origem. Essa conexão não seria surpreendente, segundo o professor Cline, que afirmou que as interações entre o Egito e a Megido são conhecidos por terem ocorrido tanto na Idade do Bronze quanto na Idade do Ferro. 
 


A parte mais notável, os pesquisadores concordam, é um brinco de ouro com um padrão de peças moldadas de cabras selvagens. "Para itens exclusivos, trabalhamos para encontrar paralelos para ajudar a colocar os itens em suas corretas configurações culturais e cronológica, mas, neste caso, ainda não encontramos nada", dizem os pesquisadores. Tel Megiddo era uma Cidade Estado Cananéia, importante até o início do século 10 AC.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

OBJETOS DO NAUFRÁGIO “TITANIC” VENDIDOS EM LEILÃO POR US$ 189 MILHÕES

Mais de 5.500 objetos foram recuperados do barco naufragado em 1912. Decisão judicial proibiu que a coleção fosse desmembrada. Objetos recuperados do naufrágio do Titanic foram postos à venda por US$ 189 milhões (R$ 662 milhões) pela empresa Premier Exhibitions, que detém os direitos sobre qualquer coisa tirada do transatlântico afundado. O navio naufragado, encontrado em 1985 pelo explorador Robert Ballard, já resultou em mais de 5.500 objetos recuperados para a Premier, que promoveu oito expedições aos destroços no fundo do Atlântico desde 1987.

 

 

 

Os itens incluem desde delicados pratos de porcelana e talheres de prata até um pedaço de 17 toneladas do esburacado casco do navio. O luxuoso Titanic naufragou em abril de 1912, na sua viagem inaugural, num acidente que matou mais de 1.500 pessoas. As ações da Premier tiveram alta de 18%, após a apresentação de um documento oficial no qual a empresa anuncia a intenção de vender os artefatos pela quantia de US$ 189 milhões a um grupo não identificado de indivíduos. Alguns dos 5,5 mil objetos recuperados do Titanic (Foto: RMS Titanic / AP)


 
A empresa queria vender sua participação nos destroços do Titanic para se concentrar na realização de exposições itinerantes, mas um tribunal dos Estados Unidos decidiu que qualquer venda deve permitir que a coleção seja mantida junta. Em 2012, depois de 100 anos do seu naufrágio, objetos resgatados do mar do Titanic foram leiloados no dia 11 de abril, em Nova York, conforme a Casa Guernsey’s. Entre as peças estão louças, documentos, roupas e também partes da fuselagem que foram resgatadas durante oito expedições realizadas em 25 anos pela RMS Titanic, no sul da Terra Nova (Canadá), no local dos destroços, a 3.800 metros do fundo, em duas partes separadas de cerca de 600 metros.




A surpresa é que os objetos serão apresentados num único lote, no valor avaliado em 189 milhões de dólares (em 2007),  em virtude de uma decisão judicial que impede sua dispersão, no intuito de “preservar a História” para as futuras gerações. O fascínio pela luxuosa “cidade flutuante” que era o Titanic, naufragado na noite de 14 a 15 de abril de 1912, após ter-se chocado com um iceberg, durante sua viagem inaugural de Southampton (Inglaterra) a Nova York, ainda vai render muita história! Exemplo disso são outras peças que foram leiloadas separadamente por se tratarem de relíquias particulares. Como um violino, um colete salva-vidas e até mesmo um biscoito.


 
Somente o violino que soou durante o afundamento do Titanic alcançou o valor recorde de US$ 1,5 milhão (R$ 5.250.000,00), em um leilão realizado na casa de leilões Henry Aldridge & Son, em Wiltshire, no sudoeste da Inglaterra, especializada em objetos de colecionadores. É o instrumento que Wallace Hartley, o diretor da orquestra que tocava no navio enquanto ele afundava depois do choque com um iceberg após chocar com um iceberg, não deixou de tocar parar tranquilizar os passageiros aterrorizados.


A casa de leilões britânica superou suas expectativas, tinha estimado que o preço do violino rondaria os US$ 485 mil. É um preço recorde mundial para um artigo leiloado das peças resgatadas do naufrágio do navio. O especialista em peças do Titanic Alan Aldridge considerou que o prezado violino é "a peça mais rara e icônica" de todos os objetos do Titanic. Wallace Hartley, o dono do instrumento, morreu junto com outros 1.517 passageiros quando o navio afundou em 1912. O violino foi achado dentro de um estojo e atado ao seu proprietário dez dias depois da tragédia.



A orquestra do Titanic interpretou o hino "Nearer, My God, To Thee" em uma tentativa de acalmar os passageiros enquanto eles tentavam entrar nos botes salva-vidas. Na parte posterior do violino, se vê uma inscrição que revela ser um presente da noiva de Hartley, Maria Robinson, em 1910: "Para Wally, por nosso compromisso". O instrumento, que exceto por um par de fendas causado pela umidade se encontra em perfeito estado, foi acidentalmente encontrado em 2006 no sótão de uma casa. Levou sete anos para que as provas realizadas comprovassem sua autenticidade.

Um colete salva-vidas do “Titanic”, o transatlântico que naufragou em 1912 matando 1.500 pessoas, foi arrematado por US$ 68.500 dólares (R$ 240.000,00), em um leilão da Casa Christie’s de Nova York. O colete era um dos seis exemplares conhecidos do famoso navio, que afundou no Atlântico após bater em um iceberg, em uma das maiores tragédias da história da navegação. O transatlântico, da Wite Star Line, realizava sua viagem inaugural entre Southampton (Grã-Bretanha) e Nova York quando ocorreu a tragédia. O salva-vidas pertencia a uma família canadense da Nova Escócia, que o conservou desde o naufrágio, do qual escaparam 700 pessoas. Digamos que as pessoas têm uma INCRÍVEL mania de guardar pertences de família. E como eu disse, é uma mania extraordinária, pois é com uma relíquia dessas que podemos ganhar um valor aproximadamente de 70.000 dólares!


 
O biscoito mais valioso do mundo. Sobrevivente do naufrágio do Titanic, que matou mais de 1500 pessoas em 1912, o item acaba de ser vendido por US$ 21.800 dólares (R$ 76.300,00), na Inglaterra. Um colecionador da Grécia comprou o simples cracker dos leiloeiros Henry Aldridge & Son, no leilão de Devizes, em Wiltshire. "É o mais valioso biscoito da história. Nós não sabemos ao certo em qual bote salva-vidas ele veio, mas temos a certeza de que não foram encontrados outros itens do tipo", conta o leiloeiro Andrew Aldrige.  De acordo com a história contada pelos especialistas no assunto, o doce fazia parte do kit de sobrevivência de um dos barcos salva-vidas da embarcação e foi guardado pelo passageiro James Fenwick como um 'souvenir' do desastre. Ele colocou o doce em um envelope fotográfico e escreveu a nota "Biscoito Pilot do bote salva-vidas do Titanic, Abril de 1912".

segunda-feira, 6 de junho de 2016

TESOURO ENCONTRADO EM ISRAEL TEM VALOR INESTIMÁVEL

Pesquisadores encontraram o que seria um dos tesouros mais valiosos do mundo. Encontrado na costa mediterrânea de Israel, o tesouro com pouco mais de 2.000 moedas de ouro está sendo datado com mais de 1.000 anos, segundo as autoridades do país e seu valor é incalculável. As autoridades locais anunciaram ‘’O maior tesouro de moedas já descoberto foi encontrado em Israel nas últimas semanas, no fundo do mar, próximo ao Porto de Cesárea’’.


No começo, os pesquisadores encontraram o que seriam moedas normais, porém, quando analisaram com atenção perceberam que era totalmente diferente, algo jamais visto. Os pesquisadores autenticaram as moedas, que seriam usadas no Oriente Médio e Norte da África no período de 909 e 1.171.

Kobi Sharvit, diretor de arqueologia marinha disse; ‘’As escavações nos levaram a esse tesouro e estamos com esperança de encontrar mais itens. Precisamos também pesquisar sobre a origem desse tesouro. A primeira idéia seria o naufrágio de um navio com destino ao Egito, parece que esse tesouro estava destinado a uso militar, pois é uma quantidade expressiva para a época.’’ Disse Sharvit em entrevista a televisão local.


Outra teoria também aparece, dizendo que esse ouro pertencia a um grande negociador da região, que negociava no mediterrâneo e seu navio afundado na região.


As autoridades locais negaram estimar um valor para o tesouro, o porta voz Yoli Schwartz da AFP, disse que o tesouro é propriedade do estado e seu destino é o museu.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

OS MISTÉRIOS DE "AKAKOR", A MÍSTICA CIDADE PERDIDA DA AMAZÔNIA BRASILEIRA



Falemos agora sobre uma das curiosidades mais interessantes envolvendo o território brasileiro, o que poderia ser uma lenda de séculos ou, então, um incrível achado arqueológico esperando para ser descoberto. No interior da Amazônia, na imensidão daquele mar verde e “diabólico” (para os pesquisadores) estaria escondida uma cidade perdida conhecida como Akakor. 
 



 Akakor é uma suposta cidade perdida que estaria localizada dentro da imensidão da Floresta Amazônica, dentro do território brasileiro, possivelmente próximo à fronteira de algum país andino (Venezuela, Colômbia, Peru ou Bolívia). Akakor teria origem pré-colombiana e seria uma cidade perdida de origem inca. A existência de Akakor é semelhante a duas lendas envolvendo também a Amazônia: a cidade de Eldorado, que tudo seria de ouro, tão procurada pelos exploradores espanhóis no século XVI, e a lenda das amazonas – temíveis guerreiras das matas brasileiras. Por ser um local exótico aos europeus colonizadores e conquistadores, sempre foi um lugar repleto de histórias envolvendo monstros, seres míticos etc.




Muitos aventureiros morreram ou simplesmente desapareceram nas selvas do Brasil, do Peru e da Colômbia procurando por essas supostas ruínas. Akakor acabou se tornando uma espécie de Machu Picchu dos tempos atuais, isso porque ela se manteve escondida dos olhos ocidentais por mais de quatro séculos até ser descoberta por arqueólogos no século XX. A esperança é que o mesmo aconteça com Akakor e o nome do “descobridor” entre para os anais da história e da arqueologia. Akakor é uma das lendas envolvendo a Amazônia mais conhecida no mundo e menos conhecida no Brasil, país onde estaria esse legado maravilhoso de índios brasileiros. O grande problema é que temos uma área gigantesca para procurar, poucos indícios de verdade e nenhum relato ou documento escrito deixado pelos antepassados.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

EGÍPCIOS USARAM METEORITO QUE CAIU NA TERRA HÁ 5.000 ANOS PARA CONFECÇÃO DE ADORNOS E JOIAS



Uma descoberta feita por arqueólogos do University College London promete render mais admiração à civilização egípcia, que habitou a Terra entre os anos de 4.500 a.C e 641 d.C. Nove contas de um colar do Antigo Egito teriam sido feitas com material vindo do espaço, possivelmente, de fragmentos de um meteorito caído na superfície terrestre há mais de 5.000 anos, segundo estudo publicado no Journal of Archaeological Science.


Até então, os cientistas acreditavam que as peças encontradas bastante deterioradas em uma escavação no Egito em 1911 seriam de minério de ferro. O fato de o colar trazer, originalmente, as contas dispostas ao lado de pedras preciosas e ouro indica que os fragmentos espaciais tinham grande valor para os donos das joias e para os artesãos. O professor Thilo Rehren, que coordenou a pesquisa, aponta que a técnica empregada na elaboração do colar difere totalmente da de outros itens achados no mesmo sítio arqueológico.



 "O formato de fina espessura das contas foi obtido através de cuidadosos golpes de martelo e não através de técnicas que, hoje sabemos, eram tradicionais entre esse povo", ressalta ele. O ferro do meteorito foi repetidamente aquecido e golpeado para confeccionar a jóia preciosa, mostrando que os egípcios já eram avançados na arte da ourivesaria. "Empolgou-nos muito, também, analisar a composição das contas, evidenciando um avançado conhecimento dos artesãos no trabalho desse raro material."
 Para o novo estudo, os pesquisadores resgataram o material para submetê-lo a análise feita com raio-X e scaner de alta tecnologia, revelando que as contas eram compostas de ferro meteórico, com grande concentração de níquel, cobalto, fósforo e germânio (que é encontrado apenas em pequenas quantidades nos derivados de ferro).
 "A grande descoberta da pesquisa foi demonstrar, pela primeira, que há traços de materiais como cobalto e germânio nas contas, e em níveis que só ocorrem em material vindo do espaço, de meteoros rochosos", destaca o professor.  O ferro de meteorito é uma liga que tem uma composição diferente do ferro terrestre. Além de descobrir que o colar foi elaborado com material vindo do espaço, o estudo também aponta que o trabalho com ferro meteórico deu aos egípcios a base para dominar a técnica do ferro fundido, surgida 2.000 anos mais tarde. Esse conhecimento teria sido crucial para a posterior produção de ferro a partir de minério de ferro, substituindo o uso de cobre e bronze como os principais materiais usados até então.