segunda-feira, 18 de abril de 2016

COMO IDENTIFICAR UM METEORITO?

A maior parte dos meteoritos são atraídos por imãs, porém, há uma pequena parte, e inclusive, a mais rara, que não são (como meteoritos lunares e marcianos por exemplo). Identificar um meteorito e atestar a sua origem é realmente um trabalho difícil. Somente em laboratórios e após testes precisos é que se pode ter realmente a certeza se tal corpo é de origem extraterrestre ou não. E quando encontramos uma pedra que achamos que pode ser um meteorito? Bom, vejam os passos seguintes que nos ajudam a identificá-los:





Atenção: não nos responsabilizamos por objetos enviados ao endereço acima, afinal, o teste não é feito por nós, e sim, pela Instituição mencionada. Apenas divulgamos a informação com o objetivo de auxiliar na identificação de um meteorito. Para mais informações, indicamos o site oficial do Museu de Meteoritos.

sábado, 16 de abril de 2016

PEDAÇO DE METEORITO PERDIDO EM ANGRA DOS REIS (RJ) VALEM R$ 3,5 MILHÕES



Imagine se você encontra na praia uma pequena rocha que caiu do céu e que pode valer até R$ 3,5 milhões. Sem contar os fragmentos, espalhados pelas proximidades, e cujo grama é avaliado por especialistas em aproximadamente US$ 10 mil (R$ 35,5 mil). É o que pode acontecer aos frequentadores das badaladas praias de Angra dos Reis.
Batizado com um nome que faz referência à cidade — Angrito — o objeto astronômico tem apenas 1,5 quilos e é o novo xodó dos apaixonados por Astronomia. De cor violeta e crosta brilhante, é considerado um dos mais valiosos do mundo, por ser tão antigo quanto o Sistema Solar e seus 4,5 bilhões de anos. O Angrito caiu, dividido em três partes, no mar, na beira da Praia de Bonfim e na Baía da Ilha Grande, há 144 anos. Dois pedaços estão desaparecidos e o terceiro, de 70 gramas, que vale em torno de R$ 1,6 milhão, foi doado ao Museu Nacional, no Rio de Janeiro, onde se encontra guardado a sete chaves.
Este mês, no encerramento do IV Encontro Internacional de Meteoritos e Vulcões, realizado pelo Instituto de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os cerca de 90 participantes, entre pesquisadores e estudantes de geologia e astronomia, promoveram uma expedição à Praia do Bonfim. “A caça ao tesouro celeste (se referindo ao Angrito), na verdade, é uma campanha pela Astronomia e sua importância para a Humanidade. Mas vai que alguém o ache”, comenta a astrônoma e pesquisadora do Museu Nacional Elizabeth Zucolotto. Desta vez, os “expedicionários celestes” não encontraram nada em Angra, mas deixaram moradores e turistas eufóricos e curiosos. “Agora presto mais atenção em pequenas rochas escuras. Pelo que vi, encontrar um meteorito ou fragmento desse tipo seria melhor que ganhar na Mega-Sena”, disse o pescador Paulo Silva, de 49 anos.




Angrito é o elo perdido na formação do sistema solar.
 
No dia 30 de janeiro de 1869, a queda do Angrito, em frente à Igreja do Bonfim, foi testemunhada por Joaquim Carlos Travassos — médico, político e pioneiro do Espiritismo no Brasil — e dois de seus escravos. Conta-se que os escravos conseguiram recuperar, duas partes, a dois metros de profundidade. Uma se encontra atualmente no Museu Nacional. Ela foi doada pelo juiz Ermelino Leão, que a tinha ganhado de Travassos. A outra, de 6 quilos, foi dada pelo médico a um sogro seu, em 1888. Dela, ninguém sabe o paradeiro. A peça que está no museu chegou a ser roubada em 1997, mas acabou sendo recuperada das mãos de um pirata de meteoritos que embarcava para os Estados Unidos.


“Pelo encaixe estudado dos dois pedaços recuperados, há a certeza de que o terceiro ainda se encontra no mar”, afirma Elizabeth Zucolotto. Ela explica que o Angrito está entre os dez mais raros do mundo e deu nome a uma classe de meteoritos a qual até recentemente era o único representante. “Por isso é um dos mais cobiçados entre pesquisadores e colecionadores. É o primeiro que saiu do interior de um planeta. É o elo perdido na formação do sistema solar.”

Média de três amostras por semana.
 
Desde que as caças a objetos extraterrestres começaram a ser incentivadas no final da década passada, o Museu Nacional passou a receber dez vezes mais amostras de rochas de todo o país para análises.


“Recebo, em média, três por semana. Há uns cinco anos, não passava de uma por mês. De cada mil rochas, uma é meteorito”, revela Elizabeth Zucolotto. No Brasil, existem 63 meteoritos reconhecidos por cientistas oficialmente. O último foi encontrado em Varre-Sai pelo agricultor Germano Oliveira, 65 anos, em 2010. Ele vendeu a rocha (do tipo condrito, de 580 gramas e 11 centímetros) ao prefeito da cidade por R$ 18 mil. O estudante mineiro Higor Oliveira, 15 anos, foi um dos destaques no último Encontro Internacional de Meteoritos. Criador do Blog Explorando o Universo e do site meteoritosbrasil.weebly.com, ele se encantou com o universo na Olimpíada Brasileira de Astronomia. “No futuro, vou ser astrônomo para desvendar os meteoritos.”

Quem achar vira dono, e pode vender.
 
No Brasil, quem encontra um meteorito passa a ser dono dele e pode vendê-lo a quem quiser, ao contrário de outros países, como os Estados Unidos, onde a posse pertence ao dono das terras onde corpos interplanetários caem. Segundo a astrônoma e pesquisadora do Museu Nacional Elizabeth Zucolotto, as rochas encontradas não devem ser cortadas.
“Meteoritos são pedras atraídas por imãs, embora não sejam magnéticos. São escuros apenas por fora, com uma fina película chamada de crosta de fusão. Cientistas especializados é que avaliam o seu interior”, explica.

 
São três tipos básicos — rochosos, metálicos e mistos. “Por imagens, conseguimos descartar centenas”, garante Elizabeth, orgulhosa por ter dado o veredicto final para 39 dos 63 meteoritos catalogados no Brasil. No site www.meteoritos.com.br, Elizabeth recomenda que quem desconfia ter achado um meteorito, deve mandar, primeiramente, fotos das rochas para meteoritos@globo.com.


Fonte:  http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2013-11-23/pedaco-de-meteorito-perdido-em-angra-dos-reis-vale-r-35-milhoes.html

quarta-feira, 13 de abril de 2016

120 MILHÕES DE EUROS ESQUECIDO EM UM SÓTÃO: QUADRO DE CARAVAGGIO DESCOBERTO NA FRANÇA

Um quadro descoberto acidentalmente num sótão nos arredores de Toulouse, na França, deverá ser mesmo da autoria do pintor italiano Caravaggio. Estava abandonado num sótão e foi encontrado pelo proprietário da casa durante a reparação de um telhado. A obra do mestre chiaroscuro poderá valer até 120 milhões de euros. Era a notícia mais esperada pelo mundo da arte nos últimos dias. Será uma segunda versão de Judite e Holofernes, datado de 1599, cujo paradeiro era desconhecido desde há 400 anos. 



A confirmação foi avançada esta terça-feira numa conferência de imprensa que teve lugar em Paris, após um estudo conduzido pelo especialista em história da arte Eric Turquin. Depois de um processo de restauração e autenticação que durou quase dois anos, e que decorreu em absoluto segredo, a pintura foi revelada esta terça-feira à imprensa. Eric Turquin descreveu a descoberta como “o momento mais bonito” da sua carreira e revelou que manteve o quadro escondido no seu próprio quarto “como medida de segurança”. Segundo o especialista, o quadro contem uma “luz única, uma energia típica de Caravaggio, sem correções, o que significa que é autêntico”
. O quadro foi descoberto no sótão de uma casa nos arredores de Toulouse em 2014 por uma família que optou por permanecer no anonimato. Antes de ser entregue aos cuidados de Eric Turquin, em Paris, foi levada para a casa de um avaliador de arte local. A pintura representa uma cena bíblica na qual a heroína Judite decapita o general assírio Holofernes em defesa da sua cidade. O quadro é semelhante à outra conhecida composição do pintor italiano que se encontra em exposição na Galeria Nacional de Arte Antiga de Roma. A existência da obra está documentada no testamento do pintor flamenco do século XVII Louis Finson. Original ou não, "uma obra-prima". O quadro vai continuar a ser restaurado e analisado por especialistas do Museu do Louvre, num processo que poderá durar mais um ano, segundo o jornal Le Figaro.


O próprio ministro francês da Cultura emitiu no dia 25 de março um drecreto no qual proíbe que o quadro seja levado para outro país durante pelo menos 30 dias. O Governo "rejeita o certificado de exportação pedido para uma pintura possivelmente atribuído a Michelangelo Merisi, conhecido como Caravaggio (...) recentemente redescoberta e de grande valor artístico, que poderia ser identificada como uma composição perdida de Caravaggio". Apesar do grau de certeza do historiador que avaliou a obra, permanecem dúvidas sobre a sua autenticidade. Eric Turquin aceita estas dúvidas, assumindo que “nunca haverá consenso”. Afirma, porém que, não obstante essas dúvidas, “todos os especialistas concordam numa coisa: trata-se de uma obra-prima”. Caso fique provado que o quadro é um Caravaggio, o Estado francês terá prioridade em adquirir a obra-prima reencontrada.




terça-feira, 12 de abril de 2016

COMO IDENTIFICAR PEPITAS DE OURO!



Imagina-se que a garimpagem de ouro, seja profissionalmente ou por lazer, se trata basicamente de procurar flocos e pepitas de ouro escavando o solo. Entretanto, só porque parece ouro e está no mesmo lugar, não significa que é. Muitas pessoas não fazem ideia do que procurar, e mesmo que encontrem ouro, podem acidentalmente jogá-lo fora. Existem alguns testes simples para identificar flocos de ouro e pepitas quando os encontrar.


O QUE VOCÊ PRECISA: 

1. Ímã

2. Espelho

3. Alfinete



INSTRUÇÕES:

1. Veja onde encontrou seu suposto ouro. Se não foi preciso cavar para isso, se ele estava simplesmente jogado em meio à sujeira, a probabilidade de que não seja realmente ouro é muito grande. A maioria do ouro real é encontrado no subsolo.

2. Se tiver uma pepita, tente arrastá-la através de um espelho. O ouro real é mais macio que o vidro espelhado e não deixará nenhuma marca no espelho.

3. Teste as pepitas e os flocos de ouro com um ímã. Se o ouro for atraído pelo ímã, não é verdadeiro, mas provavelmente ouro de tolo, que contém ferro.

4.  Perfure o ouro com um alfinete. O ouro é extremamente macio e maleável, por isso, se ele rachar ou se espalhar, não era ouro de modo algum.
















FOTO DO BANDIDO "BILLY THE KID" ENCONTRADA EM SEBO POR US$ 2 PASSA A VALER MAIS DE US$ 5 MILHÕES


Uma fotografia comprada por US$ 2 em uma loja de quinquilharias e antiguidades em Fresno, Califórnia (EUA), foi analisada por especialistas, que confirmaram a presença do criminoso Billy the Kid jogando croquete com comparsas. A foto passou a ser avaliada em US$ 5 milhões. A imagem foi adquirida por um colecionador e depois submetida à análise de uma empresa especializada em numismática, a Kagin's Inc. No início deste mês, ela comprovou que se trata mesmo do afamado criminoso americano Billy the Kid no verão de 1878 na foto de aproximadamente 13x10 cm. Em um comunicado, o especialista sênior da Kagin's David McCarthy disse que foi necessário mais de um ano de estudos para confirmar a autenticidade da foto. Acredita-se que a foto tenha sido tirada em um casamento, e que o criminoso está jogando croquete com vários integrantes de sua gangue no Novo México (EUA), conhecida como "The Regulators" (Os Reguladores).


Famoso no Velho Oeste: A única outra foto em que Billy the Kid aparece da qual se tem notícia foi feita em 1880 em Fort Sumner, no Novo México. Com dimensões de cerca de 5x8 cm, a imagem foi vendida por US$ 2,3 milhões em 2010, de acordo com a Kagin's. O criminoso, cujo nome real pode ter sido Henry McCarty ou William H. Bonney, morreu aos 21 anos de idade, mas permaneceu como lenda folclórica do Velho Oeste dos EUA por gerações. Pistoleiro conhecido, ele ganhou ainda mais fama após ser capturado, sentenciado à morte e escapar da prisão depois de matar dois guardas.

Ele foi rastreado e morto pelo xerife Pat Garrett em Fort Sumner em 1881. Seu túmulo no local foi envolto por grades depois de ter sido alvo de arrombamento e roubo diversas vezes.




domingo, 10 de abril de 2016

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